| Mobilidade |
| Viagens dos moradores | Construções ocupadas geram e atraem viagens ao longo do dia. Crianças, pessoas sem rotina externa e moradores que ficam em casa reduzem a média individual. | Média de 2,0 viagens por morador/dia. |
| Escolha modal | Cada viagem compara distância, tempo, congestionamento, infraestrutura, custo e qualidade do transporte público. | A pé, bicicleta, transporte público ou privado. |
| Frota particular | É a disponibilidade de carros/motos da população, não uma ordem para colocar todos na rua. | 50% da população. |
| Motos | Usam faixas normais e podem entrar no corredor quando encontram fila, retornando à faixa antes da conversão. | Referência do privado: 27,8% motos / 72,2% carros. |
| Caminhões | São gerados pela produção industrial e atraídos pelo consumo da cidade. | Quantidade varia com a economia; não usa porcentagem fixa. |
| Trânsito |
| Congestionamento | É calculado para a cidade inteira pelas posições e velocidades dos agentes globais. Mover a câmera não muda o resultado. | A topbar fica vermelha acima de 10% das vias congestionadas. |
| Mapa de trânsito | Verde indica fluxo leve; amarelo/laranja/vermelho indicam aumento de carga e lentidão. | Atualização global por sentido da via. |
| Cruzamentos com semáforo | O veículo só entra com fase permitida, reserva de trajetória e espaço suficiente para sair completamente do miolo. | Reserva do cruzamento somente onde há semáforo. |
| Cruzamentos sem semáforo | PARE, preferência e CEDA usam prioridade e espaçamento físico, sem reservar artificialmente todo o cruzamento. | Sem reserva semafórica. |
| Estacionamento | Carros podem ocupar faixas marcadas como estacionamento, com maior uso em áreas comerciais durante o dia. | Respeita a faixa configurada no Editor Vias. |
| Transporte público |
| Jornada completa | O cidadão pode caminhar/pedalar até a parada, embarcar, fazer baldeações e seguir a pé ao destino. | A viagem escolhe a alternativa de menor tempo percebido. |
| Regularidade | Veículos muito próximos reduzem a velocidade para evitar comboios. | Regulação de intervalo sem teletransporte. |
| População e economia |
| Força de trabalho | Nem todo morador participa do mercado de trabalho. | 45% da população. |
| Empregos | A estrutura econômica distribui empregos entre indústria e comércio. | 65% indústria / 35% comércio. |
| Crescimento | Lotes crescem conforme demanda, acesso viário, mão de obra e mobilidade. | Sem acesso à rede viária, o lote não se desenvolve. |
| Tráfego aéreo visual |
| Aviões | São ambientação visual. A quantidade cresce devagar com a população; aeroportos adicionam voos ligados à cidade. | De 1 a 6 aviões de passagem pela população + até 2 adicionais por aeroportos. |
| Helicópteros | Voos operacionais dependem de helipontos e da escala da cidade. Um helicóptero ocasional de passagem pode aparecer em cidades maiores. | Operacionais = menor valor entre helipontos ÷ 2 e o limite populacional (1–6). |
| Velocidade aérea | Aeronaves visuais usam velocidade reduzida para permanecerem perceptíveis e dar mais escala ao mapa. | Aviões e helicópteros desacelerados na TF30. |
| Tempo |
| Relógio | Viagens, tráfego, TP, pedestres, bicicletas e iluminação seguem o relógio da cidade. | 1 dia = 1 hora real em 1x. |
| Velocidade do jogo | O jogador controla o avanço sem mudar as regras da simulação. | Pausa, 1x, 2x, 3x e 5x. |